A banda Ku é usada em televisão por satélite e VSAT por combinar aberturas práticas, diretividade e serviços disponíveis. Os benefícios dependem do enlace inteiro. Ku não determina sozinha velocidade, número de canais ou diâmetro de refletor.
Frequências e convenções
Uma classificação comum situa Ku em 12–18 GHz. Serviços chamados Ku podem usar, por exemplo, 10,7–12,75 GHz na descida e intervalos perto de 14 GHz na subida, conforme região e serviço.
Separe nome de faixa e atribuição efetiva. Confira ambas as direções, polarização e terminal. GHz da portadora, MHz de largura de banda e Mbit/s de dados não são a mesma grandeza.
Abertura menor para o mesmo ganho
Para um refletor circular, G ≈ η(πD/λ)². Com ganho e eficiência iguais, frequência maior pode permitir diâmetro menor.
Comparando 4 e 12 GHz nessas condições, a razão dos diâmetros é 3:1. É uma relação geométrica, não uma exigência de 2,4 m em C e 0,8 m em Ku. EIRP, ruído e margem climática também entram.
Diretividade e reutilização
Com abertura física igual, menor comprimento de onda pode aumentar a diretividade. Separação espacial e polarização podem auxiliar o reúso em um sistema com vários feixes.
É necessário coordenar satélite, terminais e interferência. Trocar a portadora não cria automaticamente feixes independentes numa antena existente.
TV e conexão IP
Para televisão, refletor, feed, LNB e receptor precisam ser compatíveis. Um serviço IP bidirecional também precisa de transmissão, modem e serviço adequados.
Conectar roteador Wi-Fi a um LNB de TV não cria internet por satélite. O roteador distribui uma conexão disponível; confirme cobertura e terminal aceito antes da escolha.
Capacidade não vem apenas da portadora
Banda útil, relação sinal–ruído, modulação e codificação determinam a capacidade. Vídeo também depende de codec e qualidade desejada.
Um transponder de 54 MHz não transporta universalmente mais de cem canais HD. 10–20 Mbit/s tampouco é uma velocidade de todas as VSAT. Compare recursos e condições equivalentes.
Chuva e apontamento
Em condições comparáveis, Ku tende a ser mais sensível à chuva que C. Inclua clima, elevação e disponibilidade desejada. Adaptação de modulação ou potência depende do sistema.
Feixe estreito exige estabilidade. Suporte, polarização, cabos e conexões participam do desempenho; a palavra Ku não garante 99,9% de disponibilidade.
Escolha entre C, Ku e Ka
- Serviço, cobertura e terminal disponível.
- Margem climática e continuidade necessária.
- Capacidade útil, compartilhamento e latência.
- Abertura, montagem e rastreamento.
- Frequências, perdas e polarização.
Use a visão geral da ESA e compare as antenas SATCOM Dolph Microwave com requisitos definidos. Ku e Ka não são nomes intercambiáveis.