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OMT e diplexador Ku/Ka de quatro portas: definir cada caminho

Para especificar um conjunto OMT/diplexador Ku/Ka de quatro portas, defina separação de frequências, tratamento de polarização e contagem das portas. Quatro conectores não descrevem sozinhos todas as vias eletromagnéticas. Um bloco passivo também não garante uma taxa de dados ou potência comum a todos os modelos.

OMT e diplexador têm funções distintas

Um OMT liga modos de polarização ortogonais de uma guia comum a ramos separados. Um diplexador separa ou combina bandas com seletividade em frequência.

Essas funções podem compartilhar uma montagem. A integração não elimina a necessidade de indicar por onde passa cada banda e cada polarização. Um OMT ideal não seleciona automaticamente qualquer banda de transmissão e recepção.

Quatro portas físicas ou quatro caminhos

Uma abertura física pode suportar duas polarizações modais. Portanto, número de aberturas e número de portas modais de uma matriz S não são necessariamente iguais.

Peça o diagrama do conjunto, incluindo abertura comum, ramos, nomes de modos e condições das portas não excitadas. Quatro ramos de duas bandas e duas polarizações são uma possibilidade, não a única arquitetura.

Não deduza dimensões de 300 × 300 × 150 mm ou massa de 2,5 kg do nome funcional. Flanges, filtros, potência e ambiente influenciam a construção.

Faixas de frequência realmente necessárias

Há aplicações satelitais com recepção Ku próxima de 11–12 GHz e transmissão próxima de 14 GHz. Em sistemas chamados Ka, também são comuns faixas próximas de 20 GHz na recepção e 30 GHz na transmissão.

Os intervalos exatos dependem do serviço, região e equipamento. Uma lista de 10,7–12,7, 13,75–14,5, 17,3–21,2 e 27–31 GHz não é prova de que uma peça não identificada cubra tudo nem um plano autorizado mundial.

WR-42 tem banda habitual de 18–26,5 GHz e WR-28 de 26,5–40 GHz. A faixa pretendida de 17,3–21,2 GHz não está integralmente contida na banda usual WR-42. Confirme a implementação e sua qualificação.

Polarização e referências

Identifique polarizações lineares, eixos e orientação das flanges. Se for necessária polarização circular, defina amplitude, quadratura, razão axial e sentido com convenção de observação.

Uma abertura redonda ou duas saídas não garantem boa polarização circular. Um polarizador apropriado pode fazer parte da montagem, mas sua função precisa aparecer no desenho.

Isolamentos que devem ser separados

Isolamento entre polarizações, rejeição entre bandas e fuga de transmissão para recepção são medidas diferentes. Especifique portas, frequência, excitação e cargas para cada uma.

Como exemplo, 10 W equivalem a 40 dBm. Uma via com isolamento de 60 dB ainda entrega −20 dBm de fuga no modelo simples. Compare com entrada permitida, bloqueio e ruído do receptor.

Somar filtros ao caminho pode mudar a adaptação e as fases. A isolação de um bloco sozinho não é automaticamente a de todo alimentador montado.

Perdas, potência e aceitação

Meça reflexão, transmissão útil e fase necessária em todos os ramos e frequências. 0,5 dB correspondem a cerca de 89,1% de potência transmitida nas condições definidas. Isso não prova uma perda comum de 0,8 dB ou isolamento superior a 55 dB.

Para potência, informe média, pico, pulsos, reflexão, pressão, temperatura e refrigeração. Uma medição VNA de baixo nível não certifica 500 W nem condições térmicas extremas.

  • Mapa físico e modal das portas.
  • Plano de frequências e polarizações.
  • Reflexão, transmissão e vias indesejadas.
  • Flanges, montagem e condições ambientais.
  • Calibração, cargas, limites e relatório.

Consulte os princípios do OMT, as bandas satelitais explicadas pela ESA e a tabela de guias. A compatibilidade é a da configuração especificada.

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