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Antena de corneta e parabólica: diferenças de abertura e uso

Uma antena de corneta expande uma estrutura guiada para uma abertura radiante; uma parabólica combina alimentador e refletor. A própria corneta pode alimentar a parabólica, portanto não são sempre alternativas exclusivas. Compare ganho, diagramas e instalação na mesma banda.

Estrutura e funcionamento

A corneta acopla o campo do caminho de alimentação ao espaço. Formas setorial, piramidal ou cônica, perfil e modos determinam suas propriedades.

O refletor parabólico transforma a radiação do alimentador em uma abertura diretiva. Posição, iluminação, bloqueio e superfície influenciam o resultado. Na recepção, o caminho correspondente coleta energia para o alimentador.

A parabólica também é uma antena. O termo não se opõe a antena, e uma antena de TV terrestre com varetas não é outro nome para corneta.

Abertura e ganho

Uma estimativa para abertura é G ≈ ηap4πA/λ². Para um refletor circular, G ≈ ηap(πD/λ)², usando área física A ou diâmetro D e definição consistente de eficiência.

A 12 GHz, diâmetro de 0,6 m e eficiência de abertura 0,6 resultam em aproximadamente 35,3 dBi. É um cálculo ilustrativo: nem toda parabólica tem 38 dBi nem toda corneta 22 dBi.

Uma abertura efetiva maior pode aumentar diretividade, com consequências para dimensões, vento, apontamento e distância de medida.

Banda, polarização e diagrama

A banda depende da corneta: uma versão com cristas de banda larga e uma de ganho padrão não têm necessariamente os mesmos limites. O refletor também depende do alimentador, das interfaces e da precisão de superfície.

Compare larguras de feixe, lóbulos laterais e polarização cruzada. Para polarização circular, verifique razão axial e sentido. ROE baixa não basta para validar o diagrama.

Superfície, foco e montagem

Erro de superfície e deslocamento do alimentador modificam a fase na abertura. Uma exigência única de λ/16 não serve para todos os casos: derive tolerâncias da frequência e perda admissível.

A corneta também responde a deformação, centro de fase, orientação e conexões. Não aceita universalmente ±15 cm ou ±3λ de deslocamento.

A variação térmica depende de materiais, dimensões, apoios e linhas. CFRP ou metal, isoladamente, não garantem uma deriva de fase por grau Celsius. Temperatura e fase devem conservar unidades distintas.

Campo distante se aplica às duas

Para uma abertura eletricamente grande, R ≳ 2D²/λ é uma referência comum. Não se aplica apenas a parabólicas. Verifique dimensão D pertinente, geometria e incerteza desejada.

Com D = 0,6 m a 12 GHz, o termo dá cerca de 28,8 m. Se faltar distância, uma medida de campo próximo com transformação adequada pode ser uma opção. Potência medida nas proximidades não equivale diretamente a ganho distante.

Parabólica e TV a cabo são outra comparação

Na recepção satelital, uma antena e seus componentes recebem o sinal do satélite. TV a cabo descreve um serviço distribuído por uma rede do operador, não uma forma de antena que substitui uma corneta no mesmo cálculo.

Conteúdo, receptor, contrato e disponibilidade dependem do serviço. A diferença entre essas formas de distribuição não determina a diferença de ganho entre corneta e refletor.

Aplicação e custo completo

Uso Critérios
Referência de medição Calibração, banda, centro de fase e incerteza.
Alimentador Iluminação, spillover e polarização.
Enlace fixo Ganho total, apontamento, suporte e ambiente.
Ensaio de banda larga Adaptação e diagramas nas extremidades.

Inclua alimentador, posicionador, montagem e calibração. Ganho padrão não substitui certificado, e a forma não define um preço universal.

As explicações de cornetas e eficiência de abertura de refletores apresentam as bases dessa comparação.

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