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Tipos de antenas de corneta: geometria, cristas e modos

As cornetas podem ser classificadas por planos de expansão, abertura, estrutura interna e modos. Setorial, piramidal e cônica descrevem principalmente geometria; cristas, corrugações e operação multimodo são outros critérios. Um modelo pode pertencer a várias dessas categorias.

Cornetas setoriais nos planos E e H

Partem de uma alimentação retangular e se expandem principalmente num plano. Isso modifica a distribuição da abertura e os padrões nos cortes principais.

O plano E contém o campo elétrico principal e o eixo do feixe; o H contém o campo magnético principal e esse eixo. Ao girar a antena, muda a relação com o solo. Plano E não significa sempre vertical.

Corneta piramidal

Expande a estrutura retangular nos dois planos e termina numa abertura retangular. É utilizada em micro-ondas e pode servir como referência de ganho quando adequadamente caracterizada.

Uma abertura maior pode aumentar a diretividade na mesma frequência, mas comprimento e ângulos também afetam a fase. Aumentar apenas a boca não oferece melhoria proporcional ilimitada.

Corneta cônica

Expande uma seção circular até uma abertura circular. Seção, modos e excitação precisam ser projetados em conjunto. Uma boca redonda não significa automaticamente polarização circular.

Essa polarização exige componentes ortogonais com amplitudes e fase apropriadas. Verifique razão axial e polarização cruzada nas direções e frequências necessárias.

Uma bicônica ou discone tem alimentação e condutores diferentes. A aparência de cone não a transforma numa corneta oca equivalente.

Cristas e banda larga

As cristas modificam os modos e a impedância e podem permitir uma banda ampla. Os limites de um guia retangular sem cristas não devem ser aplicados diretamente à estrutura modificada.

Duas ou quatro cristas podem responder a diferentes requisitos de alimentação e polarização. A contagem não garante por si só uma razão axial ou intervalo específico.

Uma banda de bom casamento não assegura ganho e padrão constantes. Examine extremos, lóbulos, centro de fase e componentes indesejadas.

Cornetas corrugadas e multimodo

As ranhuras na parede modificam as condições de campo e permitem controlar modos e distribuições de abertura. Como alimentadores de refletores, podem favorecer iluminação, simetria e polarização cruzada.

Uma estrutura multimodo combina modos intencionalmente com amplitudes e fases controladas. Isso é diferente da excitação indesejada de modos superiores por uma falha.

Adicionar ranhuras não garante uma redução fixa de perdas ou lóbulos. Perfil, entrada e banda precisam ser validados.

O que significa ganho padrão

É uma denominação relacionada ao uso e à caracterização, não uma forma geométrica independente das anteriores. Para referência, confira ganho em frequência, plano de referência e incerteza de calibração.

Um VNA conectado ao porto mede parâmetros de entrada, não sozinho o ganho e o padrão radiados. A designação comercial não substitui certificado ou condições do ensaio.

O que informa o tamanho do guia

WR-28 corresponde à seção interna nominal 7,112 × 3,556 mm e banda usual 26,5–40 GHz. Não define sozinho abertura, ganho, polarização ou flange.

Verifique a faixa garantida do conjunto. Não existe comprimento axial mínimo universal de 20λ nem potência pulsada comum a todas as cornetas.

Escolher a estrutura pela função

Uso Prioridade
Referência de ganho Calibração e geometria de medida.
Alimentador de refletor Iluminação, spillover e centro de fase.
Ensaio de banda larga Padrão e polarização nos extremos.
Enlace Ganho útil, apontamento e perdas.

A distância de comunicação depende do sistema completo, não do nome da corneta. Consulte os princípios dessas antenas e as dimensões de guias retangulares, e compare modelos completos nas mesmas condições.

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