Entre as antenas de rádio estão dipolo, monopolo, loop, Yagi, patch, corneta e refletor. A estrutura adequada depende de frequência, polarização, espaço e cobertura. O tipo sozinho não garante distância ou velocidade de dados.
Dipolo: dois braços
O dipolo de meia onda tem comprimento total próximo de λ/2. Diâmetro, alimentação e ambiente alteram a dimensão ressonante final. Seu padrão ideal é mais forte transversalmente ao eixo do condutor e apresenta nulos ao longo desse eixo.
A diretividade máxima do dipolo ideal de meia onda e sem perdas é aproximadamente 1,64 em escala linear, ou 2,15 dBi, não 1,64 dBi. Perdas reais e desadaptação afetam o ganho realizado.
Uma única antena não cobre de kHz a GHz só por ser um dipolo. A escala elétrica, a estrutura e a adaptação determinam a banda.
Monopolo: elemento e retorno de corrente
Um monopolo usa o plano de terra, radiais ou uma carroceria previstos no projeto. Forma e tamanho desse retorno modificam impedância e padrão. Não se trata automaticamente de uma haste de aterramento no solo.
Monopolos não têm necessariamente 5–10 dB menos ganho que dipolos. O modelo sobre um plano condutor infinito e uma instalação real são condições diferentes de comparação.
Loop: a dimensão elétrica importa
Um loop muito pequeno em relação a λ difere de outro com cerca de uma onda de perímetro. Sintonia, eficiência e diagrama dependem de geometria e alimentação.
Antenas de ferrite em certos receptores são outra implementação compacta. Seus resultados não podem ser transferidos diretamente a grandes loops transmissores. Alto Q pode favorecer seletividade e restringir a banda útil.
Yagi: direção preferencial
O elemento alimentado trabalha com elementos parasitas, como refletor e diretores. Comprimentos, espaçamentos e alimentação formam um único projeto. Acrescentar varetas arbitrárias não garante aumento de ganho.
Compare largura de banda, relação frente/costas e lóbulos laterais. Na recepção de rádio ou TV, confirme as frequências locais, em vez de escolher apenas pelo número de elementos.
Patch e array
O patch é uma estrutura plana dependente de substrato, plano de terra e alimentação. Pode ser isolado ou fazer parte de um array. A polarização é definida pelo projeto, não apenas pelo contorno retangular.
Array significa um arranjo de elementos. Nem todo array possui varredura eletrônica, e cada elemento não corresponde obrigatoriamente a um fluxo MIMO independente. Rede de alimentação e rádio determinam essas funções.
Corneta e refletor parabólico
Uma corneta leva o campo de uma linha a uma abertura radiante. O refletor funciona com seu alimentador como uma abertura direcional. Frequência, dimensões e iluminação determinam ganho e feixe.
Em enlaces de micro-ondas, trajetória e estabilidade mecânica são importantes. Ganho elevado pode trazer maior exigência de apontamento. Uma distância de operação não pode ser deduzida sem o restante do orçamento.
Escolher para o equipamento
| Item | Verificação |
|---|---|
| Frequência | Ganho e adaptação na banda. |
| Cobertura | Diagramas horizontal e vertical. |
| Polarização | Compatibilidade com o outro lado. |
| Alimentação | Impedância, portas e cabo. |
| Integração | Entorno, fixação e movimento. |
Uma antena passiva não fornece energia como um amplificador. Escolha a estrutura pela função e depois verifique as características do modelo montado.
As bases do dipolo e do monopolo ajudam a interpretar especificações. Eficiência, adaptação e diretividade devem ser avaliadas separadamente.