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Feedhorn de antena: função, LNB e 3 aplicações principais

Um feedhorn, ou corneta de alimentação, faz a ligação entre um percurso RF guiado e o campo que ilumina um refletor ou dele provém. A escolha depende de banda, diagrama de iluminação, polarização e interface. Não é o próprio LNB nem garante uma perda inferior a 0,5 dB em qualquer sistema.

O que a corneta faz

A secção alarga-se da guia até à abertura radiante. Perfil, comprimento e modos determinam adaptação e distribuição de campo. Na receção, o campo acopla-se ao percurso guiado; numa estrutura recíproca adequada, o processo de transmissão corresponde ao inverso.

Uma corneta também pode funcionar como antena autónoma. Feedhorn identifica sobretudo a sua função de alimentar outra abertura, frequentemente um refletor.

Iluminação do refletor

Uma iluminação demasiado larga envia mais energia para além da borda, criando spillover. Se for demasiado estreita, pode deixar parte da abertura subutilizada. O equilíbrio depende de ganho, lóbulos e ruído pretendidos.

Importam a relação distância focal/diâmetro, o ângulo da borda visto pela corneta e a posição. O centro de fase não coincide necessariamente com o plano físico da abertura e pode variar com a frequência.

Assim, um feed que funciona num refletor pode não ser a melhor opção para outro com a mesma banda mas geometria diferente.

Feedhorn, LNB, LNBF e OMT

O LNB amplifica com baixo ruído acrescentado e converte uma banda RF em frequência intermédia. O LNBF integra o feed com o conversor. A corneta isolada não desmodula televisão.

O OMT separa ou combina modos associados a polarizações ortogonais. Um polarizador tem outra função. A abertura circular não produz automaticamente polarização circular.

Um LNB wideband descreve uma arquitetura de receção e saída que deve ser compatível com o equipamento seguinte. A palavra não prova que um feed qualquer cubra a mesma banda com o diagrama necessário.

Aplicação 1: comunicações por satélite

O feed deve corresponder ao refletor, às frequências de subida e descida necessárias e à polarização. Uma instalação de televisão apenas recetora e um terminal bidirecional não têm a mesma cadeia.

Confirma LNB, eventual BUC, janelas, transições e ligações. As designações Ku ou Ka não garantem a cobertura das frequências exatas do serviço por todos os componentes.

Aplicação 2: radar

Uma corneta pode iluminar um refletor ou irradiar diretamente. Conforme a função, avaliam-se diagrama, fase, adaptação e resposta dentro da banda do sinal.

Define potência média, picos, impulsos e ambiente. Um bom S11 com pequena potência não certifica a capacidade de potência nem a precisão do radar completo.

Aplicação 3: radioastronomia

Iluminação, polarização e ruído recebido são essenciais. Spillover que observa o solo pode elevar a temperatura de ruído, mesmo quando a adaptação do porto parece boa.

O desempenho deve corresponder ao instrumento e à sua calibração. Não existe uma percentagem comum de sensibilidade melhorada por todos os feeds.

Dados para especificação

Área O que verificar
RF Banda, modos e reflexão.
Iluminação Diagramas e nível na borda do refletor.
Polarização Componente cruzada, isolamento ou relação axial.
Posição Centro de fase e tolerâncias.
Integração Interfaces, potência e ambiente.

Consulta os princípios da corneta e o funcionamento do refletor. Compara os feedhorns Dolph Microwave na cadeia completa em vez de avaliar apenas uma dimensão.

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