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Corneta de alto ganho: 7 métricas para medir o desempenho

Uma corneta de alta diretividade é avaliada por ganho, banda, reflexão, eficiência, feixe, radiação fora do eixo e polarização. 15–25 dBi, 1–40 GHz e ROE abaixo de 1,5 não são especificações comuns a todas as cornetas.

1. Ganho na direção necessária

Ganho combina concentração espacial e eficiência. 24 dBi correspondem a uma relação linear de aproximadamente 251 em relação ao isotrópico, com referência de potência definida. Uma antena passiva não multiplica a potência total por 251.

Informe frequência e direção. Ganho e ganho realizado diferem no tratamento da desadaptação. O máximo axial não descreve todas as direções ou uma varredura.

2. Banda com todos os requisitos

A faixa útil deve atender simultaneamente reflexão, ganho, diagrama e polarização. Uma grande faixa com S11 baixo não basta.

O limite do conector não é necessariamente o limite da antena completa. Avalie excitação, modos e possível divisão do feixe.

3. Reflexão e ROE

ROE = (1+|Γ|)/(1−|Γ|). Com ROE 1,5, |Γ| = 0,2 e potência refletida de 4%. A parte restante não vai obrigatoriamente toda para o lóbulo principal.

Calibre o VNA no plano necessário e considere adaptadores. A relação E/H de uma onda TE não é automaticamente a referência coaxial de 50 Ω.

4. Eficiência e área de abertura

Diferencie eficiência de radiação e de abertura. Na estimativa G ≈ 4πηapA/λ², A é área geométrica, ηap eficiência de abertura e G ganho linear.

A 10 GHz, com 20 dBi, ou G = 100, e ηap = 0,60, a área é cerca de 0,0119 m². Um quadrado equivalente tem lado próximo de 109 mm, aproximadamente 3,64λ, não necessariamente 12λ.

É uma estimativa sob hipóteses, não desenho de produção. Comprimento, forma e erro de fase precisam de projeto. O nome corneta não garante 90% de eficiência.

5. Largura de feixe

HPBW é medida entre os pontos 3 dB abaixo da potência máxima do lóbulo principal, nos planos e frequências necessários. Os planos E e H de uma corneta retangular podem diferir.

Feixe estreito exige apontamento e pode ser inadequado para uma área ampla. 10–30° não descreve qualquer modelo.

6. Lóbulos laterais e resposta traseira

Relacione os lóbulos a um máximo e uma região angular. A relação frente/costas também precisa de direções ou áreas definidas. Não existe um valor comum de 30 dB.

Dinâmica do instrumento e reflexões podem esconder respostas fracas. Uma única direção traseira com nível baixo não demonstra ausência de radiação em todo o hemisfério.

7. Polarização

Para linear, avalie componente desejada e cruzada no mesmo sistema de coordenadas. Para circular, use razão axial e sentido com convenção consistente.

Pureza de 95% sem direção e definição é ambígua. Isolação entre duas portas não substitui uma medição espacial de polarização cruzada.

Referência e aceitação

Ganho padrão não assegura que a calibração necessária esteja incluída. Verifique valores por frequência, plano, condições e incerteza.

O relatório inclui diagramas, ganho, parâmetros S e incerteza. Sem um sistema radiado, o VNA isolado não mede os sete indicadores.

Não há ajuste universal de deslocar a alimentação em λ/4 ou reduzir perdas abaixo de 0,3 dB aterrando o componente. Siga desenho e condições de potência média e de pico, temperatura e montagem.

Referências: cornetas, ganho e abertura efetiva. Alcance exige um orçamento separado do enlace completo.

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