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Antena corneta e cônica: 5 diferenças de estrutura e seleção

Antes de comparar antena corneta e antena cônica, defina a estrutura chamada cônica. A corneta cônica é um tipo de antena corneta. Bicônica e discone são estruturas diferentes. A aparência de cone não determina automaticamente banda ou radiação omnidirecional.

Nomes e estruturas

Tipo Estrutura Característica
Corneta piramidal Seção retangular expandida em dois planos. Diagramas E e H podem diferir.
Corneta cônica Seção circular expandida até a abertura. Geralmente diretiva.
Bicônica Dois condutores cônicos opostos. Correntes e alimentação diferentes da corneta.
Discone Disco e condutor cônico. Não é outro nome da corneta cônica.

1. Abertura e alimentação

Na corneta piramidal, o modo da região retangular de guia produz o campo na abertura expandida. A cônica emprega seção circular e os modos correspondentes.

Nos dois casos importam transição, distribuição de amplitude e erro de fase. Bicônicas e discones exigem avaliação de correntes e alimentação. Formas parecidas não significam a mesma flange de guia.

2. Ganho e largura de feixe

A corneta normalmente concentra a radiação principal à frente da abertura. Mesmo com áreas iguais, diferenças de amplitude e fase mudam o ganho. Uma abertura circular não implica diagrama omnidirecional.

A aproximação G ≈ 4πηA/λ² exige a eficiência da estrutura. Não atribua 10–20 dBi a todas as cornetas; compare ganho e diagramas nas frequências reais.

Resposta quase uniforme em azimute não significa emissão igual em toda a esfera. Defina cobertura horizontal e vertical conforme a posição dos usuários.

3. Polarização e simetria

Uma abertura circular não produz sozinha polarização circular. Componentes ortogonais precisam de amplitudes e fases relativas adequadas, com excitação e polarizador apropriados.

Algumas cornetas corrugadas usam condições de contorno e modos híbridos para obter feixe simétrico e baixa polarização cruzada. HE11 não é uma característica automática de toda corneta cônica lisa.

A piramidal também pode ser adequada à polarização linear e à medição. Compare os componentes de campo e o diagrama necessários em vez de declarar uma forma sempre superior.

4. Banda da estrutura completa

A entrada por guia convencional tem limites de modo e de operação. Uma corneta de cristas para banda larga segue outro projeto. É incorreto afirmar que toda corneta é estreita e qualquer cônica cobre 1–18 GHz.

WR-42 é usado normalmente em 18–26,5 GHz. O nome da seção não garante todo o intervalo 26,5–40 GHz. Consulte o produto acabado.

Além de VSWR, verifique ganho, lóbulos, polarização e centro de fase. Boa adaptação não garante uma resposta espacial adequada à aplicação.

5. Instalação, medição e custo

Uma antena de referência precisa de ganho calibrado, polarização, planos e distância de medição. Para alimentar um refletor, combine iluminação de borda, spillover e centro de fase.

Analise vento, materiais, fixação e temperatura da construção real. O formato da abertura não define preço ou coeficiente comum de deformação térmica.

Confira se o preço inclui interfaces, calibração e ensaios necessários. Não compare o melhor número de um modelo de laboratório com outro destinado a condições diferentes como se fossem equivalentes.

Dados para solicitar

  • Estrutura e desenho exatos.
  • Banda, modos e entrada.
  • Ganho, feixe, lóbulos e polarização.
  • Centro de fase e instalação.
  • Calibração, ambiente e critérios de aceitação.

A 94 GHz, um quarto de onda livre é aproximadamente 0,80 mm, não 1,7 mm. Ao expressar deslocamentos como fração da onda, indique frequência e meio.

Consulte os princípios das cornetas e compare antenas SATCOM Dolph Microwave pela função e pelas especificações do conjunto.

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